[Matéria] Histórias de terror {texto}

Discussão em 'Botecolandia' iniciado por Bousfield, 8 Março 2015.

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  1. Bousfield

    Bousfield Neutro
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    Bousfield
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    Olá pessoal,

    Desta vez, estarei trazendo à vocês as mais famosas e assustadoras histórias de terror, uns falam que é apenas "mito" outros garantem que já acontecerem, porém, todos concordam que é de arrepiar, vamos lá!

    [hr]

    A Carona:

    Essa é a história de um amigo caminhoneiro que mora em Goiânia. Ele sempre esta na estrada ganhando o pão da família e uma vez ou outra me conta histórias de arrepiar que acontecia em suas viagens, vou compartilhar com vocês algumas dessas histórias que ele me contou pessoalmente.
    Eis que uma vez, estava Ronaldo fazendo o trecho São Paulo-Goiânia. Parou em um posto de gasolina pra abastecer e comer algo. Sentou-se no balcão da lanchonete e fez seu pedido. Enquanto estava comendo, uma mulher bonita e até bem vestida sentou-se do seu lado e puxou conversa com. Conversa vai e vem deu a hora de ir embora ele se despediu e saiu da lanchonete. Quando ligou o caminhão ali estava a mulher. Ele abaixou o vidro para ver o que queria e ela pediu uma carona, disse que morava na cidade vizinha e não queria andar até lá, que apesar de perto, já eram duas da manhã. Sem hesitar ele aceitou.

    A cidade era realmente perto, dez minutos depois de sair do posto chegaram ao trevo. Apontando uma esquina ali no trevo, pediu pra parar e desceu do caminhão. Ronaldo se assustou quando viu que ali era o muro de um cemitério.

    “Como você tem coragem de ficar aqui? Vamos embora eu te levo em casa, não importa que seja longe.” – disse ele com medo de deixar ela ali.

    “Eu já estou em casa” – disse a mulher andando em direção ao muro do cemitério e desapareceu.

    Contando essa história e conversando com outros caminhoneiros, descobriu que o fantasma era de uma prostituta que residia na cidade onde ele a deixou. Ela teria sido estuprada e morta por um caminhoneiro que a pegou naquele posto. Dizem que seu fantasma fica assombrando caminhoneiros como forma de vingança. Hoje, Ronaldo sempre desvia do trecho onde encontrou a mulher com medo de vê-la novamente.


    Portal do Inferno:

    Algumas crianças Brincavam nas Proximidades de um sitio abandonado, localizado não muito distante da zona urbana, caçando pássaros com seus estilingues e colhendo frutas das arvores da redondeza, quando decidiram-se brincar na velha casa do Sitio. Derrepente os meninos saem da casa aos gritos de pavor, correndo entre as trilhas no mato circunvizinho que dava para fora daquela propriedade. Voltando para suas casas assustados e totalmente em choque contando a todos a cena que viram ali naquele casebre abandonado. Imediatamente alguns pais e curiosos resolveram invadir o velho sitio a fim de averiguar a historia dos garotos.

    Pulando a cerca que ficava aproximadamente uns cem metros da casa, que por volta estava cheia de mato, folhas secas e lixo trazidos pelo vento, mas nada que justifica-se o fedor que vinha de dentro do casebre abandonado. Havia muito tempo que ninguém residia ali, aquela propriedade estava há muito tempo abandonada, a casa estava caindo aos pedaços, às portas comidas pelos cupins, buracos na telha, chão da varanda completamente coberto de folhas secas e paredes deterioradas pelo tempo. Nenhum vestígio de animal morto! Alguns homens da cidade que estavam ali para averiguar se armaram com pedaços de pau, pedra e tudo que podiam encontra pelo caminho dentro da propriedade em direção a casa.

    Lentamente eles se aproximam da porta, que possuía duas bandas, porém uma estava tão destruída que contia-se pendurada apenas por uma só dobradiça. Uns olhavam um para outro, tampando o nariz de tamanha podridão. Um dos que ia a frente chuta o único lado perfeito da porta arremessando os restos podres no chão, entra gritando com pedaço de pau na mão, até paralisar-se vendo a bizarra e terrível cena a sua frente. Os demais o acompanhavam lentamente, enquanto outros voltavam imediatamente diante a horripilante visão que estava a sua frente. No centro da sala, com o telhado furado, deixando penetra somente alguns raios de luz pelo telhado, estava um homem amarrado por uma corda que vinha da linha central do telhado. O mesmo encontrava-se de cabeça para baixo, todo em estado de putrefação. Sua frente outro estava sentado, com o corpo para frente. Em volta de si pedaços de corpos retalhados; mãos, pé, orelhas e um braço. Se aproximado mais dava para perceber que por baixo do homem amarrado encontrava-se um tigela que dava para concluir que aparava o sangue do indivíduo. Os dois corpos estavam cheios de bichos, estava em estado de decomposição avançado.

    Os cidadãos de imediato ligaram para as autoridades competentes que chegaram até o local para analisar os fatos. Como se tratava de algo sério, bizarro, encaminharam o caso para as autoridades superiores. Todos os lados estavam voltados para a pequena cidade. Tanto a mídia como a população esperavam a pericia decifrar tal caso. Poucas explicações foram dadas e dentre muitas especulações a conclusão é que tratava-se de bruxaria. Pouco a pouco o caso foi esquecido pela população, a casa do sitio foi derrubada e o terreno ficou desabitado, dando espaço a uma vegetação de mato fechado. Um ano depois ninguém nem mesmo lembrava-se do caso!

    Lucas Matos, um Jornalista da capital, havia acompanhado por partes o caso até seu possível arquivamento. Um ano depois os editores chefe do Jornal policial resolveram abrir uma reportagem investigativa. Resolveram apura os fatos e voltar o caso a mídia, encarregando Lucas de tal tarefa. Através de contatos na policia ele inicia a investigação, entrevistando agentes que na época encarregaram-se do caso. Investigando mais afundo descobriu que o mesmo caso foi abandonado. A primeira coisa que descobriu foi que a equipe policial achou no local uma câmera que registrou todos os fatos. A segunda é que não havia somente duas pessoas na casa mais sim cinco pessoas, sendo duas mulheres e três homens. A terceira evidencia apontavam para um ritual satânico que estava revelado nas filmagens, porém as mesmas continham cenas bárbaras, chocantes e totalmente sobrenaturais! A equipe que assistiu todo o episódio no vídeo praticamente não resistiu, sendo que houve apenas um sobrevivente na equipe, único que não se se suicidou, porém ficou lunático, perdendo toda e qualquer sobriedade. O ponto principal do caso ainda era misterioso, o vídeo desapareceu misteriosamente e virou motivo de grande temor na policia. Sendo que ninguém se quer referia-se ou tinha ousadia de falar do caso.


    O Monastério:

    O ano era de 1432, já era noite quando o sino do portão do monastério tocou. Frei Romeu correu para ver quem era segurando somente uma tocha na mão. Ele era o responsável pelo portão e segurança do monastério, pois havia muitos ladrões nas vilas vizinhas roubando o pouco que eles produziam.
    “Quem é você?” – perguntou Romeu.

    “Meu nome é Joel, estou viajando e preciso de um abrigo. Tem uma tempestade vindo do norte posso me ferir se eu ficar exposto.”

    Frei Romeu olhou para o céu e viu nuvens carregadas se aproximando do monastério. Abriu o portão e deixou o homem entrar. Era obrigação da igreja dar abrigo para as pessoas que necessitavam.

    “Para onde está indo Joel?”

    “No momento para nenhum lugar e para todos ao mesmo tempo.”

    “Bem estranha sua resposta, mas tudo bem. Você vai ficar no celeiro com os cavalos, não é permitida a entrada de forasteiros no alojamento. Se quiser pode assistir a missa e comer na cozinha”


    “Não tem problema, até gosto de animais e prefiro ficar por aqui mesmo, tenho minha própria comida não se preocupe.”


    Os dois escutaram o sino do portão e olharam em sua direção.

    “Deve ser mais gente querendo abrigo.” – disse Romeu.

    “Vou me recolher e dormir, pois estou muito cansado, nos vemos amanhã. Obrigado pela ajuda.” – respondeu o visitante.

    Frei Romeu correu para o portão e abriu a pequena janela, lá fora um homem muito feio com roupa de frade montado em cavalo negro esperava ser atendido.

    “Sou Frei Hermes, fui transferido para este monastério pela nossa congregação” – disse o homem estendendo a mão com um pergaminho enrolado.

    A porta foi aberta imediatamente e o novo morador entrou.

    “Seja bem vindo irmão Hermes, eu levarei seu cavalo para o estábulo e você pode entrar no mosteiro, pergunte pelo irmão Mark ele vai te orientar e mostrar seu quarto.”

    O estranho foi para a entrada do monastério e Frei Romeu foi colocar o cavalo nos estábulos. Entrou de vagar para não acordar Joel, pois sabia que ele estava muito cansado e não queria incomodar, mas o cavalo deu um pulo para trás e relinchou alto. Romeu tentou controlar o cavalo de todas maneiras mas não pôde.

    “De onde veio esse cavalo? – perguntou Joel gritando.”

    O cavalo saltou e derrubou Frei Romeu com as patas da frente e correu assustado para a escuridão da noite.

    “De onde veio esse cavalo?” – questionou Joel sacudindo o frade.

    “É de um frade que acaba de chegar. O que esta acontecendo?”

    “Onde esta ele?”

    “Não sei, deve estar na sala de jantar com os outros frades, pois já estão comendo. Por que você esta agindo assim?”

    “Guie-me até lá, com sorte seus companheiros ainda estarão vivos.”

    Joel abriu sua sacola e pegou um punhal de prata e um crucifixo de madeira e os dois correram para o prédio. Quando se aproximaram um pouco puderam ouvir gritos, gemidos e grunhidos animalescos. Romeu estava pálido, não sabia o que fazer e estava com medo. O que poderia estar causando tal confusão?

    Joel abriu a porta da sala de jantar com um chute, o que mais temia tinha acontecido. Frei Romeu olhou com terror aquela cena. A sala estava cheia de sangue, corpos mutilados estavam em cima das mesas onde os frades comiam. O frei recém chegado havia se transformado, no lugar dos pés havia cascos, suas mãos agora eram garras, a pele se transformou em couro e os olhos estavam grandes e vermelhos.

    A criatura olhou para Joel e gritou com ódio.

    “Surpresa.” – disse Joel com um sorriso sínico para o demônio.

    “Joel, veio se juntar ao meu jantar?”

    “Não, vim acabar de vez com sua maldade. Você foi realmente inocente de ter mordido a minha isca. Seu chefe ficará desapontado quando souber da sua derrota.”

    Os dois saltaram um em cima do outro e começaram a lutar. O demônio arremessava Joel nas paredes mas ele agüentava tudo com uma resistência sobre humana. Os frades que ainda estavam vivos observavam tudo com terror, se agarravam as suas cruzes e rezavam. Notaram que Joel tentava acertar a criatura com o punhal ou o crucifixo, mas o demônio era muito ágil. A luta continuou e a sala estava cada vez mais destruída e o demônio parecia estar ganhando a batalha.

    Joel deixou o crucifixo cair no chão e o demônio riu. Agora com uma das mãos ele tentava segurar as garras que apertavam seu pescoço contra a parede. Frei Romeu olhou para os olhos de Joel que lhe pediam ajuda e correu em direção aos dois. Os outros frades tentaram segurá-lo, mas ele se recusou a ficar de braços cruzado então foi ao encontro dos dois, pegou o crucifixo do chão e o apertou com toda sua força contra as costas do demônio. Os símbolos cravejados no crucifixo iluminaram-se e o crucifixo começou a ser enterrado no corpo da criatura que a esse ponto havia soltado Joel e gritava rolando pelo chão tentando arrancar o objeto das costas.

    “Ajudem-me a segura-lo com a barriga para cima” – gritou Joel.

    Os frades saltaram em cima do monstro que já estava fraco e o seguram. Joel enfiou o punhal no estomago da besta que urrou de dor e tentou se revirar, mas os frades o mantinha deitado.

    “Ele vai morrer?” – perguntou Romeu.

    “Não precisamos levá-lo para o calabouço subterrâneo e prende-lo lá.”

    “Mas ele é muito forte, vai romper as corretes.” – indagou um dos frades.

    “Que calabouço é esse? Eu moro aqui há anos e nunca ouvi falar disso” – questionou Romeu.

    “Somente alto clero o conhece, são secretos e usados para a inquisição. E ele não vai romper nada, o crucifixo e o punhal ficarão dentro para que não tenha força, funcionam como um tipo de prisão.”

    Eles levaram o demônio para o calabouço e prenderam em uma mesa de tortura usada durante inquisição. Romeu olhou com terror ao ver esqueletos de humanos por toda parte e imaginou o sofrimento das pessoas presas naquele lugar.

    “É o seu dever guardar esse demônio para ter certeza que ele não fuja, ele é imortal e somente está adormecido por que o punhal e a cruz o enfraquecem.” – disse Joel subindo as escadas.

    “Quem é você?” – perguntou Romeu.

    Ele não respondeu, todos foram atrás de Joel, mas ele já tinha desaparecido. Por centenas de anos os frades daquele monastério têm cuidado do demônio que continua adormecido no calabouço, mas seu espírito tenta dominar a mente dos frades para que o libertem e finalmente possa mais uma vez voltar ao exército do diabo.


    [hr]

    Espero que tenham gostado dessas histórias arrepiantes, se puderem me ajudar, já sabem o que fazer :D
     
  2. Pedro Marlan

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    TEM UM VIDEO NÃO ?
     
  3. Bousfield

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    Tem, mas não convém postar aqui.
     
  4. Koogar

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  5. ApocalipseGamer

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